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Marquito segue na UTI: fortuna do humorista surpreende
São Paulo/SP – Internado em estado grave desde o fim de semana, o humorista Marquito, conhecido pelo “Programa do Ratinho”, segue na UTI após sofrer um acidente de moto e precisar ser reanimado pelos socorristas.
- Em resumo: Com quadro clínico delicado, o artista acumula patrimônio estimado em milhões graças a quase três décadas de televisão.
Estado de saúde inspira cuidados redobrados
A equipe médica informou que o paciente continua sedado, com suporte de ventilação mecânica, e sem previsão de alta. O acidente ocorreu em via urbana de São Paulo; segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, colisões envolvendo motociclistas representam 60% dos atendimentos de trauma no País.
Familiares relatam que Marquito apresentou breve melhora hemodinâmica após as primeiras 24 horas, mas o risco permanece alto devido a múltiplas fraturas.
“Ele foi reanimado ainda na ambulância, o que fez toda a diferença”, revelou um parente próximo citado pelo Terra.
Quanto vale o bolso de quem faz o Brasil rir?
Embora mantenha discrição sobre ganhos, estimativas de bastidores apontam que Marquito acumulou cerca de R$ 3 milhões em bens, fruto de salário fixo no SBT, participações em eventos e contratos de merchandising. Parte do valor está aplicada em imóveis na capital paulista.
Especialistas em finanças lembram que artistas de programas diários podem embolsar até R$ 40 mil mensais, valor próximo ao teto pago por emissoras abertas a humoristas veteranos. A renda extra com presenças em feiras e aniversários – uma média de cinco por mês antes da pandemia – chegou a representar 30% do faturamento do comediante.
Acidentes com moto: por que eles seguem letais?
Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2022, mais de 12 mil motociclistas morreram no trânsito brasileiro. Estudos apontam que o capacete reduz em 69% o risco de lesão fatal, mas a combinação de velocidade e falta de equipamentos de proteção no tronco agrava traumas, como os sofridos por Marquito.
Em São Paulo, a prefeitura discute ampliar faixas exclusivas para motos nos corredores mais perigosos. A medida, testada na Avenida 23 de Maio, reduziu em 32% as colisões frontais no primeiro semestre, segundo a CET.
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Crédito da imagem: Divulgação
