Medalha 13 de Maio: Por que Lúcio Alcântara é homenageado
FORTALEZA/CE – Na última sexta-feira (6), a Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) concedeu a cobiçada Medalha 13 de Maio ao médico, escritor e ex-governador Lúcio Gonçalo de Alcântara, reconhecendo décadas de serviços prestados ao estado e à política nacional.
- Em resumo: Alcântara soma 42 livros publicados, comando do Executivo estadual e agora a principal comenda do Legislativo cearense.
Homenagem que carrega 136 anos de história
Criada em alusão ao 13 de maio de 1888, data da abolição da escravatura, a medalha é reservada a personalidades que fortalecem a vida pública cearense. Segundo a Alece, pouco mais de uma dezena de nomes recebe a honraria por legislatura, o que amplifica o peso simbólico do prêmio.
A proposição partiu dos deputados Fernando Hugo (PSD) e Romeu Aldigueri (PSB), presidente da Casa, que exaltaram o “notável conjunto de serviços” do agraciado.
“A trajetória de Lúcio Alcântara consolida instituições democráticas e inspira novas gerações de gestores”, afirmou Fernando Hugo durante a solenidade.
Currículo que atravessa Executivo, Senado e produção intelectual
Médico por formação, Alcântara foi vice-governador, governador (2003-2006) e senador da República, sempre pautado por temas administrativos e institucionais. Fora da política eleitoral, presidiu a Cruz Vermelha no Ceará em 1976 e o Instituto Teotônio Vilela entre 1996 e 2002.

No campo cultural, ocupa a cadeira 26 da Academia Cearense de Letras após publicar 42 obras sobre história, saúde e políticas públicas. O acervo reforça a exigência de “relevância comprovada” exigida pelo regulamento da Medalha 13 de Maio.
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