Modelo de conteúdo adulto se assume heteroflex na TV ao vivo
Modelo de conteúdo adulto se assume heteroflex na TV ao vivo – O modelo e criador de conteúdo explícito Eduardo Mancini, 24 anos, declarou-se “heteroflex” durante sua participação no programa SuperPop, da RedeTV!, exibido recentemente.
A expressão, cada vez mais presente nas redes sociais, descreve pessoas que se identificam como heterossexuais, mas se sentem confortáveis em experimentar relações com o mesmo sexo em determinadas situações.
Revelação ao vivo e reação do público
Mancini foi convidado para discutir os bastidores do mercado de conteúdo adulto na internet. No decorrer do bate-papo com a apresentadora Luciana Gimenez, ele disse que “se relaciona majoritariamente com mulheres, mas não descarta homens”, definição que ganhou destaque nas redes.
Nas horas seguintes à transmissão, o termo “heteroflex” entrou nos trending topics do X (antigo Twitter), gerando debates sobre fluidez sexual e rótulos de orientação.
Mercado de conteúdo adulto em ascensão
O criador, que iniciou sua carreira na pandemia, relatou faturar entre R$ 20 mil e R$ 30 mil mensais vendendo vídeos e fotos em plataformas por assinatura. Dados da empresa de análise Statista mostram que o setor movimentou mais de US$ 5,6 bilhões globalmente em 2023, refletindo o interesse crescente por produções independentes.
Especialistas em sexualidade apontam que a maior exposição de criadores como Mancini contribui para discussões públicas sobre identidade e consumo responsável de conteúdo adulto.

O que significa ser heteroflex?
Segundo psicólogos, a heteroflexibilidade não é uma categoria clínica, mas um rótulo social usado para expressar curiosidade ou abertura a experiências fora da heterossexualidade tradicional sem adotar uma identidade bissexual.
Embora o termo seja relativamente novo, pesquisas indicam que cerca de 15% dos homens jovens relatam alguma experiência homoafetiva mesmo se identificando como heterossexuais, evidenciando nuances na orientação.
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Crédito da imagem: Divulgação
