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Nuvem do Saara com partículas 30x menores atinge Nordeste
Estados do Norte e do Nordeste – Uma nuvem de poeira originária do deserto do Saara cruzou o Atlântico e chegou a estados das regiões Norte e Nordeste do Brasil, afetando a qualidade do ar e chamando atenção para potenciais riscos à saúde, sobretudo para crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas.
- Em resumo: partículas extremamente finas — cerca de 30 vezes menores que um fio de cabelo — chegaram ao Brasil entre segunda (23) e tiveram pico entre terça (24) e quarta (25).
Entenda a dinâmica e os alertas
O episódio foi observado por meteorologistas e provocou ar mais turvo nos países do norte do continente desde a última segunda-feira (23). Segundo observações técnicas e dados de modelos meteorológicos, ventos alísios transportaram a massa de poeira por milhares de quilômetros até o Atlântico.
Fontes institucionais consultadas monitoram esse tipo de transporte atmosférico e registram fenômenos semelhantes anualmente — Simepar acompanha variações na concentração de partículas e visibilidade.
“As partículas de poeira possuem uma espessura mais fina que o habitual… a partícula de poeira que vem do Saara é 30 vezes menor do que isso.”
Contexto e impacto direto
Por serem tão pequenas, essas partículas têm maior capacidade de penetrar profundamente nos pulmões e, em alguns casos, alcançar a corrente sanguínea, o que eleva o risco de irritação nas vias aéreas e nos olhos.

Além do efeito sobre a saúde, a presença da poeira pode interferir na formação de nuvens e na distribuição de chuvas, além de alterar a dispersão da luz, intensificando tons no pôr do sol. Os especialistas notaram que a concentração teve pico entre terça (24) e quarta (25) e começou a se dissipar no fim de semana.
O que você acha? Essas nuvens de poeira deveriam gerar alertas periódicos para quem tem doenças respiratórias? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
