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Oposição desafia governo da França após acordo UE-Mercosul
Oposição desafia governo da França após acordo UE-Mercosul – na última sexta-feira (9 de janeiro de 2026), partidos de extrema direita e de extrema esquerda apresentaram moções de censura contra o primeiro-ministro Sébastien Lecornu, após a aprovação do pacto de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul.
O movimento intensifica a pressão sobre o governo de Emmanuel Macron, que enfrenta dificuldades para aprovar o orçamento de 2026 sem maioria no Parlamento.
Moções de censura no Parlamento
A França Insubmissa (LFI) protocolou sua moção na manhã de sexta, seguida pela Reunião Nacional (RN), liderada por Marine Le Pen.
Ambas as bancadas criticam o que chamam de “traição” às políticas agrícolas nacionais, embora seja improvável que alcancem votos suficientes na Assembleia.
Conforme explica a Comissão Europeia, o acordo envolve cerca de 780 milhões de consumidores e representa quase 25% do PIB mundial.
Reações e potenciais impactos
Jordan Bardella, presidente da RN, afirmou que o voto contrário de Macron foi “meramente simbólico” e pediu suspensão da contribuição francesa ao orçamento da UE.

Mathilde Panot, da LFI, qualificou a França como “humilhada” em nível global e exigiu a saída de Lecornu e Macron.
Analistas apontam que o desgaste político pode fortalecer a RN nos mercados rurais, influenciando a corrida presidencial de 2027.
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Crédito da imagem: Reuters/Stephane Mahe/Pool
