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Ormuz fechado: Irã promete incendiar qualquer navio
Teerã – Na segunda (2 de março de 2026), o Irã anunciou que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar, uma medida declarada como retaliação pela morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei — atitude que pode mexer diretamente no preço do petróleo e na segurança marítima global.
- Em resumo: O fechamento do estreito ameaça interromper cerca de um quinto do fluxo mundial de petróleo e pode elevar o barril a US$ 100.
Entenda a dinâmica
O comunicado foi feito por Ebrahim Jabari, assessor de um comandante da Guarda Revolucionária, que avisou que os militares iranianos “incendiarão esses navios” caso tentem transitar. Mais cedo, a Guarda lançou um ataque com drones contra um petroleiro identificado como Athen Nova.
O Estreito de Ormuz é uma rota estratégica para exportação de petróleo; cerca de 20% do fluxo global passa por ali, segundo análises do mercado global de energia — entenda a importância desse corredor em dados da EIA.
“O estreito (de Ormuz) está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiarão esses navios”, disse Ebrahim Jabari.
Contexto e impacto
O anúncio é o mais explícito desde que o Irã informou, no sábado (28), o fechamento da rota. Fontes ouvidas pela Reuters confirmaram o ataque ao Athen Nova.

Do lado americano, a Fox News citou uma fonte do Comando Central dos EUA dizendo que o estreito não estaria fechado, enquanto o presidente Donald Trump defendeu a ofensiva dos EUA e afirmou objetivos amplos contra capacidades iranianas. Até agora, quatro militares norte-americanos tiveram morte confirmada e outros 18 estão gravemente feridos após retaliações, segundo a CNN Internacional.
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Crédito da imagem: Divulgação / G1
