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Oscar 2026: por que ‘Batalha’ e ‘Pecadores’ isolam-se na corrida de Melhor Filme
Los Angeles (EUA) – A poucas horas da cerimônia de domingo, o Oscar 2026 transformou-se em uma disputa praticamente binária entre “Uma Batalha Após a Outra” e “Pecadores”, com repercussões que vão além das estatuetas: o resultado redefine tendências de bilheteria, streaming e o espaço dos filmes internacionais como “O Agente Secreto”, coprodução com participação brasileira.
- Em resumo: críticos veem favoritismo dividido; vitória pode consolidar temas sociais na agenda de Hollywood.
Favoritismo dividido: entenda a dinâmica
Segundo a Academy of Motion Picture Arts and Sciences, nos últimos dez anos apenas três prêmios de Melhor Filme foram para obras que não lideravam as principais bolsas de apostas até a véspera do evento. Em 2026, “Batalha” chega com a força de Paul Thomas Anderson, enquanto “Pecadores” carrega a melhor cena em plano-sequência do ano e forte discussão racial.
Analistas apontam que ambos acumulam mais de 70% das vitórias pré-Oscar (BAFTA, PGA e Critics Choice), deixando títulos como “Frankenstein” e “Bugonia” em zonas de risco para a estatueta principal.
“A obra-prima não precisa ser perfeita. ‘Uma Batalha Após a Outra’ comprova isso”, escreveu o g1 em sua crítica.
Onde entra o Brasil e quais surpresas são possíveis
Com Wagner Moura sob direção de Kleber Mendonça Filho, “O Agente Secreto” é carta importante: além de Melhor Filme Internacional, a indicação na categoria principal coloca o Brasil em rota inédita desde “Cidade de Deus”. Historicamente, só 14% das produções de língua não-inglesa levaram o troféu máximo.
Outros concorrentes buscam brechas. A parceria Yorgos Lanthimos–Emma Stone em “Bugonia” ganhou força de última hora, e “Sonhos de Trem”, com fotografia do brasileiro Adolpho Veloso, pode surpreender em categorias técnicas. Já “F1” e “Marty Supreme” competem pelo voto do público que consome blockbusters e esportes, nicho cada vez mais relevante para plataformas de streaming.
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Crédito da imagem: Divulgação
