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Pesquisa 2026: Lula lidera, mas perde por 1 ponto no 2º turno
Brasília – A menos de dois anos da próxima eleição presidencial, um estudo do Instituto Paraná Pesquisas revela que Lula mantém 41,3 % das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37,8 %. Na simulação de segundo turno, porém, o jogo vira: Flávio alcança 45,2 % contra 44,1 % do atual presidente, diferença de apenas um ponto percentual que acende o sinal de alerta no Planalto.
- Em resumo: vantagem de Lula no 1º turno some e vira desvantagem mínima no 2º.
Entenda os Números e a Margem de Erro
O levantamento ouviu 2.080 eleitores entre 25 e 28 de março, em todos os 26 estados e no Distrito Federal, com registro no TSE (BR-00873/2026). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, o que significa que a disputa está tecnicamente empatada, segundo critério do Tribunal Superior Eleitoral.
Além dos líderes, aparecem Ronaldo Caiado (3,6 %), Romeu Zema (3 %), Renan Santos (1,2 %) e Aldo Rebelo (1,1 %). Votos brancos, nulos e indecisos somam 12,0 %, parcela capaz de definir o futuro ocupante do Palácio do Planalto.
“Lula merece nova chance?” — 53,3 % disseram que não, 43,7 % afirmaram que sim, e 3 % preferiram não opinar.
Por que a Virada no Segundo Turno?
Especialistas lembram que, em 2022, Lula venceu Jair Bolsonaro por 50,9 % a 49,1 %, diferença de 2,1 milhões de votos, segundo dados oficiais do TSE. O histórico mostra que o eleitor tende a se polarizar em embates diretos, elevando a rejeição do governante de plantão.
Pesarão ainda fatores econômicos: o PIB brasileiro cresceu 2,9 % em 2023, mas a inflação acumulada de 4,6 % no ano passado, apurada pelo IBGE, corrói a renda e pode influenciar os 12 % de indecisos revelados pela pesquisa.

Outro termômetro é o índice de confiança: levantamento do Datafolha de janeiro apontou que 47 % do eleitorado avalia o governo como “bom ou ótimo”, patamar inferior ao de quem considera “regular” ou “ruim/péssimo”. Esse cenário de opinião dividida explica a facilidade de oscilação entre turnos.
O que você acha? A vantagem mínima no segundo turno indica tendência ou momento passageiro? Para mais análises da corrida presidencial, acesse nossa editoria de Política.
Crédito da imagem: Divulgação
