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PF flagra celular com pornografia infantil e prende suspeito no CE
Eusébio/CE – Em uma operação realizada na manhã de 1º de abril, a Polícia Federal prendeu em flagrante um homem que mantinha no celular arquivos de abuso sexual infantil. A ação integra a série de operações Inocência Protegida e expõe como redes de troca de mensagens continuam fomentando crimes contra crianças.
- Em resumo: Suspeito foi surpreendido pela PF com imagens de pornografia infantil armazenadas e compartilhadas em grupos virtuais.
Como a PF chegou ao suspeito
A investigação apontou a participação do homem em um grupo de mensagens onde circulavam arquivos proibidos. Durante o mandado de busca, agentes localizaram fotos e vídeos ilícitos no aparelho, configurando crime grave previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que as denúncias por crimes digitais contra menores cresceram 34% no país em 2023.
Além da prisão no Eusébio, a PF cumpriu ordens judiciais em Camocim, a 350 km da capital, recolhendo computadores e celulares para perícia. Os investigadores buscam rastrear a origem dos arquivos e possíveis colaboradores.
“O simples acesso a material de abuso sexual infantojuvenil já constitui crime e alimenta a violência contra crianças”, destacou a PF em nota.
O que dizem a lei e as estatísticas
O ECA (art. 241-B) prevê pena de 3 a 6 anos para quem armazena esse conteúdo, podendo chegar a 10 anos se houver compartilhamento. Em 2023, o Ministério da Justiça registrou mais de 43 mil denúncias de pornografia infantil na internet – recorde histórico desde o início do monitoramento.

Especialistas ressaltam que denúncias anônimas, como as feitas pelo Disque 100, são decisivas para romper cadeias de abuso. A PF reforça que novas prisões podem ocorrer conforme a perícia avance sobre os dispositivos recolhidos.
O que você acha? A punição prevista atual é suficiente para inibir crimes virtuais contra crianças? Para acompanhar outros desdobramentos, acesse nossa editoria de Segurança.
Crédito da imagem: Divulgação / Polícia Federal
