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Policial penal preso por burlar detector; 7 celulares
Itaitinga (CE) – Um policial penal, Fabiano Fernandes Alves, conhecido como Nike, foi preso no último domingo (1º) sob suspeita de facilitar a entrada de celulares na Unidade Prisional Professor Clodoaldo Pinto (UP Itaitinga 2). A ação, registrada pelo videomonitoramento, expõe risco direto à segurança da unidade e motivou a decretação de prisão preventiva na audiência de custódia realizada na segunda-feira (2).
- Em resumo: Operadores filmaram o policial tentando burlar o detector de metais com um celular no cinto tático; ao todo, sete aparelhos foram apreendidos.
Entenda a dinâmica
O flagrante ocorreu quando os operadores do sistema de videomonitoramento notaram Fabiano sem passar pelo detector com o cinto tático onde estava o aparelho. Em seguida, servidores abordaram o agente e encontraram um celular escondido no bornal do cinto.
Segundo o Auto de Prisão em Flagrante, a suspeita é de que o aparelho seria entregue ao detento Rafael Lima Beserra Peixoto, apontado como membro do Comando Vermelho, que aguardava nas proximidades para receber o repasse. Relatórios de instituições como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública destacam que a inserção clandestina de eletrônicos em unidades prisionais é rota frequente para a comunicação e coordenação de crimes.
“O modus operandi consistia em acondicionar aparelho celular no bornal do cinto tático, depositá-lo sobre cadeira/mesa antes do portal detector de metais do raio-X e, em seguida, atravessar o equipamento sem o cinto, retornando logo após para recolocar o cinto e ingressar na unidade sem ser detectado.”
Contexto e impacto
Durante a vistoria em uma cela, agentes apreenderam mais seis aparelhos, totalizando sete celulares retirados do interior da unidade. Fabiano chegou a alegar que o telefone encontrado era de uso pessoal, mas também foi identificado outro aparelho de uso pessoal do servidor no alojamento, o que, segundo o documento, indica destinação clandestina.

Na audiência, a autoridade judicial destacou o risco de continuidade das atividades ilegais vinculadas a servidor público e decretou prisão preventiva para garantir a ordem pública.
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Crédito da imagem: Divulgação
