MADRI – Um rali de cerca de 70 segundos, protagonizado em 27 de abril de 2026 no Masters 1000, viralizou depois que Casper Ruud esmagou Alejandro Davidovich Fokina rumo às oitavas de final, mas deixou a arquibancada boquiaberta pela passividade do espanhol durante o ponto.
- Em resumo: Davidovich apenas levantou a bola por mais de um minuto, sem atacar, e acabou derrotado logo em seguida.
Como o rali se desenrolou
Segundo a transmissão oficial, o ponto começou com um lobby defensivo de Davidovich. Em vez de tentar uma bola profunda ou subir à rede, ele repetiu o balão 16 vezes, permitindo que Ruud controlasse a troca. O norueguês finalizou com smash firme, ampliando a vantagem no set.
De acordo com o regulamento da ATP, não há punição para “jogo passivo”, mas especialistas observam que a estratégia fere o princípio de “esforço máximo” previsto no código de conduta.
“Por mucho que vea este punto entre Ruud y Davidovich, no logro entender absolutamente nada de lo que pasa aquí.” – jornalista José Morón, no X (antigo Twitter).
Por que o lance já entrou para a história
Ralis longos não são incomuns – o recorde oficial da ATP data de 2022, com 70 trocas entre Murray e Tiafoe –, porém raramente um jogador abdica totalmente de atacar em quadra rápida. Na atual temporada, Davidovich vinha exibindo média de 28 winners por partida; nesse jogo, terminou com apenas 7, segundo o sistema de estatísticas Hawkeye.
Para analistas, a cena evidencia a pressão crescente do circuito: em 2025, 42% dos tenistas do top 50 relataram sintomas de “burnout competitivo”, aponta estudo da Universidade de Basileia. Tática extrema ou desgaste mental? A discussão ganhou força nas redes e deve pautar conversas sobre a saúde dos atletas até Roland Garros.
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