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R$ 13 mi em jogo: Expulso do BBB 26, Edilson Capetinha corre para fechar acordo
TRT da Bahia – Eliminado do “BBB 26” por agressão na última semana, o ex-atacante Edilson Capetinha avançou em uma audiência de conciliação que pode selar o pagamento de uma dívida trabalhista de R$ 13 milhões, valor que se arrasta há mais de dez anos e ameaça bloquear parte de seus bens.
- Em resumo: defesa ofereceu entrada imediata e parcelamento longo para evitar leilão judicial.
Por dentro da negociação
Fontes ligadas ao processo revelam que a proposta entregue ao juiz inclui um sinal ainda neste semestre, seguido de 48 parcelas mensais. A estratégia tenta impedir que imóveis em Salvador e Campinas vão a leilão, hipótese já autorizada em despachos anteriores.
Segundo especialistas ouvidos, a Justiça do Trabalho prioriza acordos que garantam liquidez ao credor. Dados da Serasa Experian mostram que, apenas em 2023, o número de execuções trabalhistas com valores acima de R$ 10 milhões cresceu 17 % no país, pressionando ex-atletas e artistas que perderam renda nos últimos anos.
“Nosso objetivo é quitar a totalidade, sem comprometer a subsistência do cliente”, disse um advogado de Edilson durante a sessão, conforme ata obtida pelo Terra.
Como a dívida chegou a R$ 13 milhões
O passivo começou em 2013, quando oito ex-funcionários do jogador acionaram a Justiça alegando falta de registro em carteira, horas extras e FGTS. Com correção monetária e multas, o montante inicial de R$ 4,8 milhões quase triplicou.

O caso ganhou novas camadas de pressão após a participação de Edilson no reality da TV Globo. A expulsão por agressão trouxe repercussão negativa e acelerou o pedido dos credores para bloquear cachês e contratos publicitários futuros. No esporte, casos semelhantes — como o de Ronaldinho Gaúcho em 2020 — evidenciam a vulnerabilidade financeira de ex-atletas fora dos gramados.
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Crédito da imagem: Divulgação
