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Rafaella Justus detalha início da carreira de influenciadora
Rafaella Justus detalha início da carreira de influenciadora — Em entrevista recente, a filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus revelou que começou a negociar parcerias nas redes sociais ainda na pré-adolescência.
Segundo Rafaella, ela mesma enviava propostas de divulgação a marcas de moda e beleza, prática que a ajudou a entender o funcionamento do mercado de conteúdo pago e a ganhar autonomia financeira.
Primeiros passos e apoio familiar
Rafaella contou que montava apresentações simples, escrevia e-mails e oferecia seu perfil no Instagram para campanhas pontuais.
Ela afirmou ter recebido orientações do pai sobre contratos e precificação, mas ressaltou que insistiu em conduzir as próprias negociações para aprender na prática. O método funcionou: hoje somam-se milhões de seguidores entre Instagram e TikTok, públicos que garantem alcance comercial expressivo.
Mercado de influência em expansão
O crescimento narrado por Rafaella acompanha o cenário nacional. De acordo com a Pesquisa TIC 2022 do IBGE, 84,7% dos brasileiros têm acesso à internet, o que amplia o potencial para ações de marketing digital.
Estudo da consultoria especializada YOUPIX indica que o Brasil possui mais de 10 milhões de criadores de conteúdo, sendo 500 mil considerados profissionais. Esse volume explica a disputa por publicidade no feed — e reforça a importância de diferenciação, como a experiência precoce relatada por Rafaella.
Dicas da jovem influenciadora
Ao ser questionada sobre conselhos para iniciantes, Rafaella sugeriu construir um mídia kit atualizado, manter transparência sobre métricas e dedicar tempo à interação com seguidores.

A influenciadora também citou a necessidade de estudar direitos de uso de imagem e cláusulas de exclusividade, temas que, segundo ela, evitaram problemas contratuais no passado.
Para quem pretende seguir esse caminho, organizar a rotina escolar e profissional foi outro ponto citado: a estudante revelou que agenda gravações fora do horário das aulas presenciais.
No mais, Rafaella diz ver o conteúdo digital como etapa complementar aos estudos, não como substituto: “Quero cursar faculdade, mas ter meu negócio online consolidado”.
O relato da jovem mostra como iniciativa pessoal, capacitação e apoio familiar podem impulsionar carreiras digitais. Para acompanhar mais conteúdos sobre cultura pop e personalidades, visite nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
