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Rompido com Allan, Lacombe ressuscita ‘O Cruzeiro’ em plataforma conservadora
São Paulo – Dias depois de confirmar o fim da parceria com o blogueiro Allan dos Santos, o jornalista Luís Ernesto Lacombe anunciou a criação de uma nova multiplataforma de direita batizada de “O Cruzeiro”, mesmo nome da histórica revista semanal que marcou o jornalismo brasileiro no século XX.
- Em resumo: Lacombe assume controle editorial de um portal conservador próprio e aposta no peso nostálgico da marca “O Cruzeiro”.
Por que o rompimento acelerou o projeto
Segundo o comunicado divulgado pelo apresentador, a decisão de cortar laços com Allan dos Santos – exilado nos Estados Unidos e investigado pelo Supremo Tribunal Federal – abriu espaço para novas estratégias de audiência sem riscos jurídicos. Lacombe afirmou que “era hora de seguir com linha editorial própria”.
Os dois trabalhavam juntos no canal “Terça Livre” até desavenças sobre gestão financeira e autonomia jornalística virem a público.
“O Cruzeiro será plural na forma e firme nos princípios que defendem a liberdade”, declarou Lacombe, ao confirmar que conteúdos em vídeo, podcast e texto já estão em produção.
Resgate de uma marca icônica
Fundada em 1928 por Carlos Malheiro Dias e Assis Chateaubriand, a revista original “O Cruzeiro” chegou a vender mais de 700 mil exemplares semanais nos anos 1950, influenciando gerações de leitores. O novo projeto tenta atrair esse capital simbólico para o ecossistema digital.

Especialistas em mídia lembram que portais alinhados à direita registraram salto de 18 % no tráfego entre 2018 e 2022, impulsionados por debates políticos nas redes. A aposta de Lacombe é capturar esse público oferecendo reportagens, colunistas e transmissões ao vivo com viés conservador, mas “sem amarras partidárias”, diz ele.
O que você acha? A marca histórica pode reconquistar relevância nos dias de hoje ou ficará restrita a um nicho? Para mais análises sobre política e mídia, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação





