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Secretário dos EUA pede fim do uso de pijamas em aeroportos
Pijamas em aeroportos — O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, iniciou recentemente uma campanha curiosa: ele recomenda que passageiros evitem viajar trajando roupas de dormir nos terminais aéreos, sobretudo no movimentado período de festas.
Ao anunciar a medida, Duffy afirmou ter observado uma “degradação na civilidade” entre os viajantes e defendeu a adoção de trajes casuais, porém apropriados, como sinal de respeito mútuo e segurança nos embarques.
Motivação da campanha
Em pronunciamento transmitido nas redes do Departamento de Transportes, o secretário disse que o conforto não precisa comprometer a imagem pública. Ele reforçou que os aeroportos recebem milhões de pessoas diariamente e, por isso, o vestuário influencia o clima geral de cortesia.
Segundo projeção da Transportation Security Administration (TSA), mais de 30 milhões de passageiros devem cruzar os aeroportos norte-americanos apenas entre o Natal e o Ano-Novo, volume 8% superior ao registrado em 2022.
Contexto e etiqueta nas viagens
Especialistas em etiqueta aérea explicam que o apelo de Duffy não é totalmente novo: companhias como American Airlines e Delta já preveem, em seus contratos de transporte, a possibilidade de negar embarque a quem utilize vestes consideradas ofensivas ou inadequadas.
A orientação oficial, porém, não proíbe pijamas de forma explícita. O secretário reafirmou que seu pedido é “voluntário”, buscando sensibilizar o público para um ambiente mais organizado e seguro, já que vestimentas muito folgadas podem atrapalhar a inspeção de segurança.
Dados da TSA também indicam que, durante feriados, o tempo médio na fila de checagem sobe de 18 para 30 minutos. Pequenos ajustes de conduta — desde roupas sem metal até documentos em mãos — podem reduzir atrasos coletivos.

Repercussão entre passageiros
As reações nas redes sociais ficaram divididas. Parte dos usuários apoia a ideia, afirmando que o “dress code” ajuda a preservar a seriedade do transporte aéreo. Outros consideram a orientação excessiva e defendem o conforto pleno nas longas conexões.
Procuradas, companhias aéreas informaram que continuarão seguindo suas próprias diretrizes, mas apoiam “boas práticas de convivência” nos terminais e aeronaves.
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Crédito da imagem: Reprodução
