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Senado pressiona Ministério da Saúde por vacina extra a prematuros
Brasília, DF – Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou, na última quarta-feira, 8 de abril de 2026, uma indicação que cobra do Ministério da Saúde a ampliação do calendário de imunização de recém-nascidos prematuros pelo SUS, reforçando vacinas e anticorpos contra ameaças respiratórias graves.
- Em resumo: Senadores querem incluir imunobiológicos especiais, como a hexavalente acelular e proteção contra VSR, para todos os prematuros.
Por que o alerta agora?
Relatório da senadora Jussara Lima (PSD-PI) transformou o PL 2.721/2025 em recomendação direta ao Executivo. A mudança, segundo ela, evita engessar o Programa Nacional de Imunizações e dá ao Ministério autonomia para atualizar protocolos.
Hoje, o PNI define cronogramas conforme evidências epidemiológicas. No caso de prematuros, especialistas defendem intervalos e doses diferenciadas, pois o sistema imune imaturo aumenta o risco de hospitalização.
“Precisamos garantir flexibilidade técnica sem abrir mão da urgência que a ciência aponta”, destacou Jussara durante a votação.
O tamanho do problema no Brasil
Dados do IBGE indicam que cerca de 340 mil bebês nascem prematuros anualmente no país — aproximadamente 11% dos partos. Entre eles, infecções respiratórias são a principal causa de internação nos primeiros meses de vida.

Especialistas lembram que a vacina hexavalente acelular reduz em até 90% as complicações por coqueluche e difteria, enquanto anticorpos monoclonais contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) diminuem pela metade as internações, segundo estudos publicados na revista The Lancet.
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Crédito da imagem: Divulgação





