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Serviço militar na Europa: novo país adotará modelo em 2026
Serviço militar na Europa: novo país adotará modelo em 2026 – O governo da Estônia confirmou que, a partir de 2026, implementará um programa de serviço militar voluntário, voltado a homens e mulheres de 18 a 27 anos.
A iniciativa insere o país no grupo de nações europeias que, diante das tensões geopolíticas recentes, reforçam medidas de defesa para ampliar o contingente de reservistas treinados.
Por que a medida foi adotada
Autoridades de Tallinn apontam que o conflito em curso na Ucrânia e o aumento de exercícios militares na fronteira leste tornaram prioritária a expansão do efetivo.
Segundo a European Defence Agency, pelo menos 12 Estados-membros da União Europeia mantêm algum formato de conscrição ou serviço voluntário, número que voltou a crescer depois de 2014. Confira o levantamento completo.
Detalhes do programa voluntário
O alistamento na Estônia terá duração de 11 meses, com possibilidade de renovação anual. Os participantes receberão bolsa mensal equivalente a 40% do salário mínimo local, além de assistência médica integral.
O governo prevê abrir 3 mil vagas na primeira turma, chegando a 10 mil até 2030. Jovens que concluírem o ciclo ganharão pontuação extra em concursos públicos e créditos em universidades estonianas.
Impacto regional e dados comparativos
Desde 2022, Suécia e Letônia reativaram programas similares, enquanto Alemanha e França discutem projetos-piloto voltados ao “serviço cívico”.

Relatório do Stockholm International Peace Research Institute indica que os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) aumentaram os gastos em defesa em 2,5% no último ano, mostrando tendência de reforço militar em toda a região.
Especialistas apontam que, além de criar uma reserva estratégica, essas iniciativas buscam aproximar a juventude das Forças Armadas, reduzindo custos de recrutamento a longo prazo.
Com o anúncio estoniano, analistas preveem novos debates sobre orçamento de defesa e compromisso coletivo no Báltico, área considerada sensível pela Otan.
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Crédito da imagem: Reprodução
