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Simone Mendes expõe bastidores das canetas emagrecedoras: “custa caro errar”
São Paulo – Em entrevista recente, Simone Mendes quebrou o silêncio sobre o tratamento com canetas emagrecedoras e fez um alerta direto aos fãs: encontrar o corpo ideal sem “perder o equilíbrio” exige acompanhamento médico rigoroso.
- Em resumo: Artista admite uso da medicação, mas avisa que excesso ou automedicação “pesa no bolso e na saúde”.
Por que a cantora recorreu ao medicamento
De volta aos palcos após a maternidade, Simone contou que o boom das canetas à base de semaglutida chamou sua atenção pela rapidez no controle do apetite. Ela, porém, diz seguir um protocolo que inclui endocrinologista, nutricionista e treinos. O Brasil já soma 22,35% de adultos com obesidade, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, o que explica a popularidade do produto.
Os preços variam de R$ 700 a R$ 1.300 por unidade nas farmácias, valor que, segundo a artista, “coloca pressão extra para o tratamento dar certo”.
“O segredo é não perder o equilíbrio, porque a conta – física e financeira – chega rápido”, ressaltou Simone Mendes.
Riscos, legislação e ‘efeito sanfona’
Embora aprovadas pela Anvisa para diabetes e, em alguns casos, controle de peso, as canetas podem provocar náuseas, diarreia e, se usadas sem supervisão, o temido ‘efeito sanfona’. Endocrinologistas lembram que o remédio age no cérebro retardando a fome, mas não substitui reeducação alimentar e exercícios.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária exige receita do tipo B para a compra, e o Conselho Federal de Medicina proíbe a prescrição meramente estética. Na prática, isso significa que celebridades, como Simone, acabam virando vitrine involuntária de um fármaco que deveria ser de uso restrito.
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Crédito da imagem: Divulgação
