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Suprema Corte barra tarifa de Trump; risco de US$175 bi
Suprema Corte dos EUA – A decisão da Corte que derrubou as tarifas amplas impostas pelo presidente Donald Trump, na última sexta-feira (21 de fevereiro de 2026), mudou o tabuleiro das negociações entre Estados Unidos e China e aumentou as dúvidas sobre medidas comerciais futuras que podem impactar cadeias globais e preços ao consumidor.
- Em resumo: A Corte anulou o chamado “tarifaço”; há risco de reembolso de até US$175 bilhões e Trump já sinalizou novas alternativas tarifárias.
Entenda a dinâmica
A decisão fortalece politicamente a China na mesa de negociações, embora Pequim deva agir com cautela para não desgastar a frágil trégua com Washington antes da viagem de Trump a Pequim, marcada de 31 de março a 2 de abril.
Especialistas lembram que medidas tarifárias têm efeito direto sobre volatilidade cambial e pressões inflacionárias — veja orientações do Banco Central sobre instabilidade financeira relacionada a choques externos.
“A China tinha centenas de bilhões de dólares em superávits com os Estados Unidos. Eles reconstruíram a China. Eles reconstruíram o Exército. Nós construímos o Exército da China ao permitir que isso acontecesse”, disse Donald Trump.
Contexto e impacto
O episódio revive um histórico de medidas: Trump já havia imposto tarifas de 20% e, em seguida, ampliado alíquotas que chegaram a 34% sobre produtos chineses; em momentos, retaliações elevaram taxas para além de 100% antes do recuo. A Corte também pode obrigar os EUA a devolver até US$175 bilhões cobrados no período — cenário que ampliaria incertezas para parceiros comerciais na Ásia e além.

Analistas afirmam que, mesmo com ganho simbólico para Pequim, Washington dispõe de outras vias legais para recriar tarifas ou usar investigações comerciais como “plano B” caso considere descumprido um acordo prévio.
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Crédito da imagem: Divulgação / AP
