- Fortaleza faz 300 anos: 60% dos prédios tombados cabem em um só bairro
- Tiroteio em Sobral: carro de eletricista recuperado em fuga
- Apenas 1 ponto separa Lula e Flávio; Datafolha acende alerta
- Vazamento inunda nova UTI do IJF e expõe falha estrutural
- Novo ministro Guimarães mira 308 votos e reforça base de Lula
SÃO PAULO/SP – Na última semana, a transmissão da Band exibiu o primeiro contato nacional com o Leapmotor B10, SUV elétrico chinês que será montado em Goiana (PE) e tenta furar a bolha dos utilitários a bateria com preço de lançamento de R$ 182.990.
- Em resumo: 218 cv, chip Snapdragon e 288 km de alcance para desafiar BYD Yuan Pro e Omoda E5.
Potência de 218 cv tenta abafar a bateria menor
O B10 acelera de 0 a 100 km/h em 7,5 s graças ao motor único de tração traseira, mas perde fôlego diante dos 345 km de alcance do rival Omoda E5. O pacote eletrônico é comandado pelo chip Snapdragon SA8155P, capaz de processar múltiplas câmeras e gráficos em 4K, recurso que lembra consoles de última geração. Segundo dados do IBGE, a frota de veículos elétricos no Brasil cresceu 3,5 % em 2023, indicando um público cada vez mais exigente por desempenho e conectividade.
Além da força extra, a Leapmotor endureceu molas e amortecedores para o piso brasileiro, obtendo bom controle de carroceria sem sacrificar conforto urbano.
“O sistema não travou nenhuma vez e entregou gráficos dignos de PlayStation 5”, avaliou o repórter durante o test-drive exibido pela Band.
Minimalismo inspirado na Tesla divide opiniões
Quase todos os comandos – de espelhos a faróis – ficam na tela de 14,6″. Para fãs de botões físicos, isso pode ser um ponto negativo, mas a marca garante atualizações via Internet que acrescentarão funções sem custo.

Analistas lembram que o B10 chega sob o guarda-chuva da Stellantis, dona de Fiat e Jeep, o que deve fortalecer a cadeia de peças nacionais. O modelo também estreia em um momento de incentivo federal: a isenção de IPI para elétricos foi prorrogada até 2026, medida que, segundo o Banco Central, pode reduzir até 7 % no preço final.
O que você acha? Você compraria um elétrico com menos de 300 km de autonomia? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
