SUV GAC Hyptec HT promete 0-100 km/h em 5,8 s e recarga em 15 min

GAC – O grupo chinês oficializou, na última quarta-feira (15), a chegada do Hyptec HT 2027 ao mercado brasileiro, sacudindo o segmento de SUVs elétricos com recarga de 30% a 80% em apenas 15 minutos.

  • Em resumo: 340 cv, 431 km de autonomia e preço que inicia em R$ 314.990.

Carregamento de 280 kW muda a rotina do motorista

Equipada com bateria LFP de 83 kWh, a novidade suporta até 280 kW em corrente contínua — potência que hoje só se vê em poucos eletropostos de corredor. Segundo a Anfavea, a rede de recarga rápida no país saltou 52% em 2025, sinalizando que o Hyptec pode aproveitar infraestrutura crescente.

Em corrente alternada, o carregador on-board de 6,6 kW devolve o mesmo salto de 30% a 80% em 6 h 40 min, opção para quem instala wallbox residencial.

“Em corrente contínua, o SUV recarrega de 30% a 80% em cerca de 15 minutos.”

Desempenho esportivo e cabine de luxo

O motor traseiro entrega 43,8 kgfm e leva o HT aos 100 km/h em 5,8 s, superando rivais de combustão da mesma faixa de preço. Nas versões Elite (R$ 314.990) e Ultra (R$ 369.990), o pacote inclui suspensão double wishbone na frente e multilink atrás, rodas de 20″ e porta-malas que chega a 670 litros.

Por dentro, a multimídia de 14,6″ com Android Auto/CarPlay sem fio trabalha em dupla com painel digital de 8,9″. Bancos dianteiros oferecem ajuste elétrico, memória, aquecimento, ventilação e massagem, enquanto iluminação ambiente configurável reforça o perfil premium.

Por que isso importa para o mercado brasileiro?

O preço agressivo mira o nicho acima dos SUVs compactos elétricos e abaixo de importados de luxo. Em 2025, as vendas de veículos elétricos cresceram 85% no Brasil, impulsionadas por isenção de IPI e redução de ICMS em 15 estados. O Hyptec HT chega no momento em que marcas consolidadas reajustam preços para cima, pressionadas pela alta do dólar.

Além disso, o avanço das baterias LFP reduz o custo por quilômetro rodado, enquanto a garantia implícita de 8 anos (comum no segmento) alivia o medo de desvalorização — ponto crítico apontado por estudo recente da Fenabrave.

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Crédito da imagem: Divulgação

Marta Silva

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