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quinta-feira, março 26, 2026

Suzane von Richthofen trava disputa milionária e cobra paradeiro do irmão

Suzane von Richthofen trava disputa milionária e cobra paradeiro do irmão

São Paulo/SP – A família von Richthofen voltou ao centro das atenções depois que Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais em 2002 e já em liberdade, entrou na Justiça para receber parte da herança de um tio paterno. O processo trouxe à tona outra questão delicada: onde está Andreas, o irmão que se manteve distante dos holofotes desde o crime.

  • Em resumo: Suzane quer sua cota da herança milionária e sustenta que o paradeiro de Andreas pode travar a divisão de bens.

Entenda a disputa judicial

O inventário tramita na Vara de Família da capital paulista e envolve um montante descrito nos autos como “milionário”. A defesa de Suzane alega que, como herdeira direta, ela não pode ser preterida na partilha — mesmo tendo cumprido pena pelo duplo homicídio. A legislação brasileira protege o direito sucessório dos descendentes, salvo casos extremos previstos no Código Civil.

O pedido ganhou força após a ex-presidiária apresentar certidões de quitação penal. Conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), litígios de herança envolvendo valores elevados costumam se arrastar por anos quando há lacunas cadastrais de um dos envolvidos.

“Enquanto a disputa por uma herança milionária movimenta os bastidores da família von Richthofen, o paradeiro de Andreas permanece envolto em mistério.”

Por que a ausência de Andreas complica tudo

Andreas, hoje com mais de 30 anos, desapareceu do noticiário após ser internado compulsoriamente, em 2017, por uso de entorpecentes. Desde então não há confirmação oficial de seu endereço. Pela lei, a partilha só pode avançar com a citação de todos os herdeiros, e a falta de localização pode levar o juiz a nomear um curador judicial, prolongando ainda mais o inventário.

Especialistas lembram que processos semelhantes já geraram bloqueios de contas e arrolamento de imóveis até que todos os legitimados fossem encontrados. Caso Andreas siga ilocalizável, pode-se abrir prazo para que ele se manifeste; vencido o período, sua parcela ficaria depositada em juízo.

O que você acha? A condenação de Suzane deveria influenciar seu direito à herança? Para mais análises sobre casos de repercussão, acesse nossa editoria de Segurança.


Crédito da imagem: Divulgação

Ana Catarina
Ana Catarina
Sou jornalista independente, dedicada à apuração rigorosa e à produção de conteúdos informativos de qualidade. Busco levar notícias relevantes com linguagem clara, responsabilidade e compromisso com a verdade.
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