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Três mortes em 4 horas no Cariri: colisão e homicídio chocam região
Cariri (CE) – Na noite do último domingo, três mortes violentas foram registradas em um intervalo de quatro horas na região do Cariri, gerando comoção e pressionando serviços de emergência locais.
- Em resumo: Uma passageira morreu em acidente na BR-116 em Brejo Santo; um entregador foi a óbito após colisão em Juazeiro; e um homem foi assassinado a tiros em Crato.
Entenda a dinâmica dos acidentes
Por volta das 19 horas, na BR-116 próximo à Vila Cabeceiras, em Brejo Santo, Hojaciana Abreu de Sousa, 45 anos, morreu enquanto estava na garupa de uma motocicleta. O piloto, companheiro dela, foi socorrido ao Hospital Geral de Brejo Santo. O corpo de Hojaciana será velado na Rua Manoel Bastos da Silva, no Baixio dos Lopes.
Mais tarde, por volta das 21 horas, na Rua São Francisco (Bairro Pinto Madeira) em Crato, o mecânico Adriano Alves de Sousa, 43 anos, foi morto com um tiro na cabeça enquanto estava na calçada de uma casa. Adriano residia na comunidade do Gesso e não respondia a procedimentos criminais.
Por volta das 23 horas, o entregador e mototaxista Misael Gomes de Oliveira, 40 anos, morreu no Hospital Regional do Cariri (HRC) após sua moto ser atingida por outra que avançou o sinal vermelho no cruzamento da Avenida Padre Cícero com a Rua Edgar Coelho de Alencar (São José), em Juazeiro. Na moto que causou o acidente havia um homem e duas mulheres, socorridos pelo SAMU. Misael morava na Rua São Francisco (Bairro Pinto Madeira), em Crato.
Acidentes envolvendo avanço de sinal são apontados como causa comum de colisões em cruzamentos; a PRF mantém alertas sobre segurança viária e riscos em interseções.
“Três mortes violentas foram registradas no intervalo de quatro horas na noite deste domingo na região do Cariri.”
Contexto e impacto local
O homicídio de Adriano foi registrado como o primeiro do mês de março no Cariri e o 14º do ano no município de Crato — número que corresponde a cerca de 30% dos 47 homicídios contabilizados no mesmo período do ano passado.
Dados consolidados sobre violência e homicídios no país podem ser consultados no Atlas da Violência do IPEA, que traz contexto para entender tendências regionais e pressões sobre segurança pública.
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Crédito da imagem: Divulgação / Portal M1
