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Turnê do BTS pode superar Taylor Swift e chega ao Brasil
Goyang, Coreia do Sul – Nesta quinta-feira (9), o BTS abre uma série de 85 shows que promete estabelecer um novo recorde de bilheteria global e, de quebra, inclui seis paradas inéditas na América Latina, entre elas São Paulo.
- Em resumo: analistas já projetam receita superior à “Eras Tour” de Taylor Swift.
Maratona de 85 datas mira o topo do ranking de receitas
Com apresentações em 34 cidades, a turnê começa no estádio de Goyang – terra natal do líder RM – e deve movimentar mais de 120 mil pessoas apenas nos três primeiros dias. Consultorias de mercado apontam que, se mantido o ritmo de vendas observado no show-testemunho transmitido pela Band e na Netflix, a receita total pode ultrapassar os US$ 1,1 bilhão gerados por Taylor Swift em 2023.
No Brasil, o impacto econômico também é significativo: segundo o IBGE, cada turista estrangeiro que visita o país para eventos culturais gasta em média R$ 5,4 mil, valor que tende a se multiplicar com a passagem do grupo por São Paulo.
“Queremos nos encontrar com o público de todo o mundo o quanto antes e sentir a energia única de cada região”, declarou Jin, vocalista do BTS.
Por que o retorno importa para a K-cultura e para o ARMY
O concerto-debut na praça Gwanghwamun reuniu 100 mil fãs e somou 18,4 milhões de espectadores on-line, marco raro para grupos que enfrentam o hiato do serviço militar obrigatório. O novo álbum “ARIRANG”, inspirado na canção folclórica homônima, levou o septeto ao topo da Billboard 200 por duas semanas seguidas – feito inédito para artistas de K-pop pós-pausa.

Especialistas veem a turnê como “um novo capítulo” capaz de ampliar debates globais sobre conflitos e identidade cultural, enquanto energiza a indústria musical coreana estimada em US$ 12 bilhões anuais. A coesão do ARMY, considerada uma das comunidades mais organizadas do mundo digital, deve potencializar streaming, vendas físicas e engajamento social nos países visitados.
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Crédito da imagem: Divulgação / Reuters





