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Meta admite não ter dados sobre crimes no Brasil, diz CPI
Senado – A CPI do Crime Organizado ouviu, nesta terça-feira (24), a representante da Meta — dona do Facebook, Instagram e WhatsApp — e recebeu da empresa a informação de que não existem métricas específicas sobre crimes cometidos usando suas plataformas no Brasil, apenas estatísticas globais. A falta desses dados alarmou parlamentares e pode dificultar apurações locais.
- Em resumo: A Meta afirma ter apenas dados globais; o relator Alessandro Vieira (MDB‑SE) quer convocar o diretor‑geral da empresa no Brasil.
Entenda a cobrança e por que importa
A ausência de números segmentados por país preocupa a CPI porque limita a investigação de crimes que utilizam redes sociais como meio ou ferramenta.
O relator, senador Alessandro Vieira (MDB‑SE), ressaltou que o Brasil é “um dos quatro mercados mais importantes da empresa” e questionou por que não há métricas locais que permitam mapeamento e prevenção.
Especialistas em segurança pública defendem que dados detalhados são essenciais para orientar ações investigativas e políticas públicas; o Fórum Brasileiro de Segurança Pública costuma destacar a necessidade dessa granularidade para respostas mais eficazes.
“Yana Alves afirmou que a empresa não possui dados específicos de crimes cometidos com uso das plataformas da empresa no Brasil, apenas globais.”
O que a CPI quer e o que vem a seguir
Além de cobrar explicações, o relator sinalizou que pretende convocar o diretor‑geral da Meta no Brasil para esclarecer a ausência de métricas nacionais e discutir mecanismos de cooperação com autoridades.
Se confirmada a convocação, a fala do executivo poderá definir se a empresa abrirá acesso a dados mais granulares ou se a investigação seguirá por vias legislativas e regulatórias.
O que você acha? A Meta deve ser obrigada a compartilhar dados específicos para investigações no Brasil? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
