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Vereador de Canindé preso em flagrante por agredir companheira
Canindé (CE) – O vereador Geovane Gonçalves (Solidariedade), conhecido como “Nego”, foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (17) sob suspeita de agredir fisicamente a própria companheira; ele foi autuado por lesão corporal dolosa no contexto da violência doméstica e liberado na audiência de custódia realizada na tarde do mesmo dia.
- Em resumo: Prisão em flagrante no bairro Alto Guaramiranga; autuação por lesão corporal DOMÉSTICA; liberdade provisória após audiência.
Como ocorreu a prisão e o estado do processo
Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS), a prisão ocorreu em um imóvel no bairro Alto Guaramiranga. Horas antes, o vereador havia publicado nas redes sociais imagens em que aparece consumindo bebidas alcoólicas e participando dos shows de carnaval da cidade.
Após a captura, Geovane foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Canindé, onde foi autuado por lesão corporal dolosa no contexto da violência doméstica; na audiência de custódia no 3º Núcleo de Custódia, em Quixadá, a Justiça concedeu liberdade provisória.
“Na madrugada mencionada, houve uma discussão conjugal entre Geovane Gonçalves e sua companheira, situação infelizmente vivenciada por muitos casais em momentos de tensão. A intervenção policial ocorreu após terceiros acionarem as autoridades, o que compreendo como um gesto de preocupação”
Contexto legal e repercussões
Geovane, 42 anos, foi eleito vereador por Canindé em 2024 com 1.606 votos e ocupa o cargo de 3º secretário na Mesa Diretora da Câmara Municipal. O advogado de defesa, Euclides Maia, afirmou que tanto o Ministério Público do Ceará (MPCE) quanto a vítima se posicionaram a favor da soltura.

O caso é enquadrado no âmbito da violência doméstica — configuração prevista na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) — e insere-se em um padrão que as autoridades e organizações especializadas acompanham de perto. Para dados e análises sobre o tema, veja informações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O que você acha? Deveria haver medidas administrativas imediatas na Câmara enquanto o caso corre na Justiça? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
