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Violência doméstica: Prima pede proteção judicial contra primo
BARRO/CE – Na noite da última quinta-feira (18h30), uma mulher de 29 anos procurou o Hospital Santo Antonio depois de, segundo relato à Polícia Militar, ter sido agredida pelo próprio primo dentro do bairro Jardim São Francisco.
- Em resumo: vítima já formalizou boletim e solicitou medida protetiva; suspeito de 25 anos segue foragido.
Entenda a dinâmica da agressão
De acordo com a equipe da PM que atendeu a ocorrência, a jovem acusou José Jairo Rodrigues de Lira, 25, de golpes e ameaças antes de conseguir deixar a residência para buscar socorro. Em seguida, a viatura realizou buscas, mas o homem não foi localizado.
Após receber atendimento médico, a vítima foi conduzida à Delegacia Regional de Brejo Santo, onde registrou Boletim de Ocorrência e requereu amparo previsto na Lei Maria da Penha. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Ceará emitiu mais de 16 mil medidas protetivas apenas em 2023 – um aumento de 11% em relação ao ano anterior.
“Ela relatou ter sido violentamente agredida pelo primo e teme novas investidas”, destacou o registro da PM.
Contexto e impacto: por que a medida protetiva é vital
Pelo artigo 22 da Lei 11.340/2006, o juiz pode determinar, em até 48 horas, o afastamento do agressor do lar e a proibição de contato com a vítima. A eficácia, contudo, depende de rápido cumprimento pela polícia e monitoramento constante.

Levantamento do Observatório da Violência de Gênero mostra que, a cada duas horas, uma mulher sofre agressão física dentro de casa no Estado. Especialistas apontam que pedidos de urgência, como o do caso em Barro, reduzem em até 60% o risco de reincidência quando acompanhados por políticas de apoio psicológico e socioeconômico.
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Crédito da imagem: Divulgação / Portal Miséria
