Willie Colón morre aos 75; assinou com 15 e vendeu 300 mil
Nova York – O músico americano Willie Colón, referência da salsa e pioneiro do trombone no gênero, morreu no sábado (21 de fevereiro de 2026), aos 75 anos. A família confirmou o falecimento em comunicado publicado nas redes sociais; a causa da morte não foi informada. O impacto imediato é cultural: Colón ajudou a transformar a cena latina dos EUA e a levar a salsa ao mapa mundial.
- Em resumo: Willie Colón assinou com a Fania aos 15, lançou o álbum “El Malo” e vendeu mais de 300 mil cópias, consolidando a era de ouro da salsa.
Transmissão: Record.
Entenda a carreira que projetou a salsa
Colón nasceu no Bronx, filho de porto-riquenhos, e atuou como trombonista, cantor, compositor e produtor ao longo de mais de cinco décadas.
Seu primeiro contrato com a gravadora Fania Records foi assinado aos 15 anos; em 1967 lançou “El Malo”, que vendeu mais de 300 mil cópias e o colocou no centro da cena latina. A trajetória do artista se insere na história da salsa e da Fania Records, que misturou ritmos caribenhos com jazz e elementos urbanos para alcançar audiência global.
“Enquanto lamentamos sua ausência, também celebramos o presente eterno de sua música e as memórias que ele criou, que viverão para sempre.”
Contexto e legado
Obras como “La Gran Fuga” (1970) e “El Juicio” (1972) ajudaram a definir a estética da chamada “era de ouro” da salsa, ao incorporar influências de Cuba, Porto Rico, Brasil, África e do jazz.

Além da carreira musical, Colón teve atuação pública: integrou iniciativas sobre direitos de imigrantes e saúde pública e recebeu, em 2004, prêmio pelo conjunto da obra da Latin Academy of Recording Arts and Sciences.
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Crédito da imagem: Divulgação / REUTERS/Jairo Castilla
