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EUA exigem caução de US$ 15 mil para visto de turistas
Caução de 15 mil dólares para visto nos EUA – Desde 1º de janeiro, cidadãos do Butão, Botsuana, República Centro-Africana, Guiné, Guiné-Bissau, Namíbia e Turcomenistão só conseguem o visto de turismo (B-2) ou negócios (B-1) se depositarem uma garantia reembolsável de até US$ 15 mil.
O valor será devolvido se o visitante cumprir o período de permanência autorizado. A medida faz parte de um programa-piloto de seis meses criado no fim do governo Donald Trump para reduzir casos de permanência ilegal.
Por que a exigência foi criada
Segundo o Departamento de Estado dos EUA, os sete países escolhidos registraram taxas de overstay superiores a 10% nos anos recentes. Em 2019, por exemplo, mais de 13% dos viajantes da Guiné-Bissau ultrapassaram o prazo permitido, de acordo com dados oficiais.
O chamado “Visa Bond Pilot Program” autoriza consulados a cobrar entre US$ 5 mil e US$ 15 mil, ajustando o valor conforme o risco estimado de cada solicitante. Detalhes do projeto estão disponíveis no site do Departamento de Estado norte-americano.
Impacto e próximos passos
Embora atinja um número restrito de viajantes, a nova regra sinaliza o endurecimento de políticas migratórias. Em 2019, o Departamento de Segurança Interna estimou mais de 676 mil casos de overstay, 1,5% do total de entradas temporárias.
A cobrança da caução não altera outras exigências, como comprovação de vínculos e entrevista consular. O governo informou que avaliará os resultados após seis meses para decidir se a iniciativa será prorrogada ou expandida.

Especialistas recomendam que candidatos planejem a viagem com antecedência e verifiquem se o limite do cartão de crédito cobre o depósito, que pode ser pago por meio eletrônico ou garantia bancária.
No fim do processo, quem obedecer o prazo de estadia deve receber o reembolso integral em até 30 dias.
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Crédito da imagem: Divulgação
