- PF liga R$ 4 mi em luxo de deputada a fraude no INSS
- PF prende advogada que desviou R$ 780 mil e liga deputada ao esquema
- Cármen Lúcia vira cidadã cearense e assume nova responsabilidade
- Chuva de 64 mm em Banabuiú acende alerta hidrológico no Ceará
- Secult injeta R$1,17 mi em 59 projetos da Paixão de Cristo
Vídeo mostra ladrão serrando vitrine no Louvre; veja
PARIS, França – Museu do Louvre — Imagens inéditas divulgadas no domingo (18) revelam a minuciosa tentativa de furto que colocou à prova a segurança da instituição que recebe, em média, 30 mil visitantes por dia. O vídeo, de pouco mais de dois minutos, detalha cada passo do invasor e reacende o debate sobre vulnerabilidades em museus de grande porte.
- Em resumo: câmeras captaram o suspeito usando uma serra elétrica para romper a proteção de vidro antes de fugir sem levar obras.
Como foi a ação segundo as novas imagens
Nas gravações, o homem aparece vestindo roupas escuras e luvas. Ele utiliza uma ferramenta portátil para cortar a estrutura metálica que sustenta a vitrine e, logo depois, golpeia o vidro de alta resistência. A sequência dura cerca de 90 segundos, tempo suficiente para acionar alarmes silenciosos e mobilizar a equipe de vigilância.
Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, tentativas de furto a patrimônios artísticos cresceram 18% em 2022, indicando uma tendência de ataques direcionados a peças de alto valor cultural.
“Nas imagens, um homem utiliza uma máquina para cortar parte da estrutura de proteção e, em seguida, desfere golpes contra o vidro, tentando quebrá-lo.”
Por que o caso preocupa especialistas
O Louvre abriga mais de 35 mil obras em exibição e investe cerca de € 30 milhões anuais em segurança, segundo relatório interno de 2023. Mesmo assim, essa nova tentativa de violação demonstra que criminosos aproveitam lapsos de segundos para agir. Em 2009, a França já havia registrado um dos maiores roubos de arte do século, quando cinco pinturas foram levadas do Museu de Arte Moderna de Paris.

Além do prejuízo financeiro — alguns quadros têm valor estimado em mais de € 100 milhões —, estudos da UNESCO apontam que apenas 10% das obras roubadas são recuperadas, o que agrava o impacto cultural. A polícia parisiense trabalha agora com análise de impressões digitais e rastreamento de ferramentas para identificar o suspeito.
O que você acha? A segurança de museus deve ser reforçada com tecnologias mais avançadas ou com presença física de agentes? Para mais notícias internacionais, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Câmera de Segurança
