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MP da Copa Feminina 2027 põe bilhões em jogo; Congresso decide
Brasília – Publicada na semana passada, a MP 1.335/2026 fixa as regras de exploração comercial e de transmissão da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil. O texto chega agora ao Congresso, onde a liberação de patrocínios, publicidade de estádios e venda de pacotes de TV passará pelo crivo de deputados e senadores.
- Em resumo: Congresso tem até 120 dias para manter, alterar ou rejeitar a MP que pode destravar até R$ 3 bilhões em receitas de mídia.
Por que a MP 1.335/2026 é decisiva
O Executivo quer garantir segurança jurídica aos contratos antes do leilão de direitos, previsto para 2025, e atrair investidores estrangeiros. O texto delimita percentuais de repasse à FIFA, isenções tributárias temporárias e critérios de licitação para emissoras – modelo inspirado no que já ocorreu na Copa de 2014. Segundo dados do Banco Central, megaeventos esportivos elevaram em 0,2 ponto percentual o PIB nacional à época.
Sem a aprovação dentro do prazo, os contratos poderiam ser anulados, afastando patrocinadores de peso e comprometendo a organização do Mundial.
“As regras sobre direitos comerciais e de transmissão da Copa do Mundo Feminina de Futebol foram estabelecidas por uma medida provisória publicada pelo Executivo na semana passada.” – texto original.
Quanto vale a vitrine do futebol feminino
A edição de 2023, na Austrália e Nova Zelândia, bateu recorde de audiência com 2 bilhões de espectadores e gerou US$ 570 milhões em receitas, de acordo com a FIFA. Analistas esperam duplicar esse valor em 2027 graças ao mercado publicitário brasileiro, segundo maior da América Latina.

Além disso, a nova MP reforça a política de equalização de prêmios. Em 2023, as atletas brasileiras receberam 25% do que foi pago aos homens em 2022; agora, o governo incluiu a equiparação como contrapartida obrigatória nos contratos nacionais.
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Crédito da imagem: Divulgação
