- Quixadá inaugura Centro e ilumina campo no Custódio nesta quarta, 18
- Domingo à noite lidera 306 casos de Maria da Penha em Quixadá
- Cabeça d’água arrasta banhistas e móveis em Caucaia
- Soldado saca arma e lança spray em praça lotada de Fortaleza
- Circuito Peter Pan abre 800 vagas a R$149 e apoia jovens com câncer
Uece inclui meninas vítimas de violência e oferece 3 sessões
Uece – A Universidade Estadual do Ceará (Uece) ampliou, em 2026, o alcance do projeto de extensão Plantão Acolhe(dor) e passou a acolher também crianças e adolescentes do sexo feminino que sejam vítimas diretas ou indiretas de violência. A iniciativa, que há quase dois anos dá suporte psicológico gratuito a mulheres em situação de violência, agora inclui meninas mediante autorização de um responsável.
- Em resumo: o Plantão Acolhe(dor) oferece até três atendimentos presenciais gratuitos por pessoa, no campus Itaperi, com agendamento via WhatsApp.
Entenda como funciona o plantão psicológico
Coordenado pela professora do Curso de Psicologia da Uece, Layza Castelo Branco, o projeto atende mulheres de todas as idades e classes sociais que sofreram violência sexual, psicológica, moral, física ou patrimonial.
Para meninas (crianças e adolescentes), o atendimento será restrito a meninas e depende de autorização de um responsável. Os encontros são presenciais, realizados no bloco do Curso de Psicologia do campus Itaperi, e cada usuária tem direito a até três sessões.
Para solicitar atendimento, é necessário enviar mensagem pelo WhatsApp (85) 98420-1584. Após a solicitação, a interessada é direcionada a uma integrante da equipe para agendamento.
“crianças e adolescentes são as maiores vitimas de alguns tipos de violência, como a sexual”
Contexto e impacto
O Plantão Acolhe(dor) é conduzido por uma equipe composta exclusivamente por mulheres do Laboratório de Sociedades, Subjetividades e Humanismo (Lassu), entre estudantes concluintes e psicólogas voluntárias que seguem no projeto após a graduação.

O compromisso do projeto vai além das três sessões: quando necessário, a equipe orienta sobre possibilidades de continuidade do cuidado e realiza encaminhamentos para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS) ou outros serviços adequados à realidade de cada paciente.
Para informações e orientação nacional sobre violência contra mulheres e crianças, a Central 180 é referência no acolhimento e direcionamento de políticas públicas e serviços especializados: Central 180. A legislação federal, como a Lei Maria da Penha (2006), estabelece medidas de proteção que amparam esse tipo de atendimento.
O que você acha? A ampliação do plantão para meninas pode fazer diferença nas redes de proteção locais? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
