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Lei eleitoral força Jade Romero a deixar SPS em abril; entenda o que muda
Fortaleza/CE – A vice-governadora do Ceará, Jade Romero, anunciou que deixará a Secretaria da Proteção Social (SPS) em abril para cumprir a legislação eleitoral e concorrer nas urnas, movimento que pode redesenhar a cena política local ainda neste semestre.
- Em resumo: Jade Romero confirma saída da SPS em abril para se habilitar às eleições, como exige a lei.
Por que a lei obriga a saída antecipada?
Pela Lei nº 9.504/97, ocupantes de cargos no Executivo que pretendem disputar eleições precisam se afastar seis meses antes do pleito. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, a regra busca impedir o uso da máquina pública em benefício próprio.
Neste ano, o prazo final de desincompatibilização para secretários estaduais se encerra em 6 de abril, data que Jade pretende respeitar à risca.
“Quem for candidato tem que sair. Se a lei não exigisse, eu ficaria”, declarou Jade durante solenidade no Palácio da Abolição.
O impacto político e o protagonismo feminino
Ao deixar a SPS, Jade passa a dedicar-se integralmente à pré-campanha. Dados do IBGE indicam que, mesmo representando 52% do eleitorado, mulheres ocuparam apenas 16% das prefeituras em 2020, o que reforça o peso simbólico da decisão.

Na gestão da SPS, a vice-governadora coordenou programas de enfrentamento à violência contra as mulheres, tema que deve pautar sua plataforma eleitoral e atrair o eleitorado que cobra políticas públicas inclusivas.
O que você acha? A saída de um cargo estratégico reforça a isonomia ou prejudica a continuidade das políticas? Para mais análises, acesse nossa editoria de Política.
Crédito da imagem: Divulgação
