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Vela rasgada faz velejadora de 32 anos ser içada por helicóptero no CE
Cascavel-CE – Um fim de tarde de lazer virou operação de alto risco quando um veleiro com a vela completamente rasgada ficou à deriva na Praia da Caponga, na Região Metropolitana de Fortaleza, no último domingo (8). A única ocupante, uma mulher de 32 anos, precisou ser resgatada de helicóptero pela Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer).
- Em resumo: vela se rompeu, embarcação parou de manobrar e tripulante foi içada por guincho aéreo.
Como o resgate aconteceu em minutos cruciais
Acionada pela Capitania dos Portos, a tripulação do Falcão 08 decolou de Fortaleza e localizou o casco parado a poucos quilômetros da costa. Seguindo protocolo de salvamento marítimo, um agente desceu por cabo de aço, prendeu o arnês na vítima e a ergueu em menos de três minutos, procedimento recomendado para evitar o adernamento da embarcação, segundo manual da Polícia Rodoviária Federal (PRF) adaptado a operações aéreas.
Já dentro da aeronave, socorristas identificaram sinais inflamatórios na velejadora e iniciaram hidratação venosa ainda no voo.
“Durante o trajeto até a base da Ciopaer, em Fortaleza, a mulher recebeu todo o suporte médico necessário”, informou a Secretaria da Segurança Pública.
Por que acidentes com barcos pequenos ainda preocupam
Levantamento da Marinha mostra que 70% dos salvamentos no litoral nordestino envolvem embarcações de recreio com menos de 12 metros. A Normam-03, norma que regula a navegação amadora, obriga a verificação do estado das velas e o porte de kit de primeiros socorros — exigências muitas vezes ignoradas, apontam inspetores navais.

No Ceará, a Capitania instaurou inquérito administrativo para apurar se houve negligência quanto à manutenção do veleiro ou falta de equipamentos de propulsão auxiliar, item obrigatório para segurança de retorno.
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Crédito da imagem: Divulgação / SSPDS
