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Mpox chega ao Ceará: primeiro caso em 2026 acende alerta
Fortaleza/CE – A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) confirmou o primeiro diagnóstico de mpox no estado em 2026, acendendo o sinal de alerta para a vigilância epidemiológica e para a população sexualmente ativa.
- Em resumo: Homem de 37 anos é o primeiro caso; contatos já estão sob monitoramento.
Como o vírus entrou no radar cearense
O resultado positivo veio após análise laboratorial de rotina, seguindo o protocolo do Ministério da Saúde. O paciente, branco, heterossexual e com ensino médio completo, relatou relações sexuais apenas com mulheres, ponto que amplia o recorte de risco além dos grupos inicialmente mapeados na epidemia de 2022.
Segundo a Sesa, equipes locais rastreiam contatos próximos para limitar a cadeia de transmissão, procedimento considerado crucial nas primeiras 48 h após a confirmação.
“Não há registro de óbitos no país em 2026, mas a velocidade do contágio exige atenção redobrada”, informou nota do Ministério da Saúde.
Números que preocupam o Brasil
O caso cearense soma-se a outros 139 confirmados no território nacional desde janeiro, totalizando 140 infecções em 2026. Os suspeitos chegam a 539 e ainda há nove ocorrências prováveis. São Paulo lidera com 93 casos, seguido por Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Especialistas lembram que, durante o surto global de 2022, a letalidade ficou em torno de 0,1% segundo a Organização Mundial da Saúde. Embora baixa, a doença pode causar complicações dermatológicas e respiratórias, especialmente em pessoas imunocomprometidas.

O protocolo nacional recomenda isolamento de 21 dias ou até a cicatrização total das lesões, além de higienização frequente das mãos e evitar contato íntimo durante o período infeccioso.
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Crédito da imagem: Divulgação
