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Trump afirma que dias de Maduro estão contados
Trump afirma que dias de Maduro estão contados – Durante entrevista ao site Politico, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o líder venezuelano Nicolás Maduro “vive seus últimos momentos” no poder.
Questionado pela jornalista Dasha Burns, o republicano disse que, caso retorne à Casa Branca, pretende intensificar sanções econômicas e ampliar a cooperação com países vizinhos para “restaurar a democracia na Venezuela”.
Declaração ocorreu em entrevista ao Politico
Na conversa, publicada recentemente, Trump evitou detalhar prazos, mas afirmou que “todas as opções continuam sobre a mesa”. Ao longo da fala, mencionou o bloqueio de ativos venezuelanos no exterior e o reforço de medidas contra integrantes do alto escalão chavista.
O ex-presidente também ressaltou que o apoio a Juan Guaidó — reconhecido por Washington como presidente interino em 2019 — seria retomado, apesar da perda de força do opositor nos últimos anos. Para especialistas, a estratégia busca reviver a pressão internacional iniciada em 2017, quando os Estados Unidos lideraram sanções que, segundo relatório da Organização das Nações Unidas, agravaram a crise econômica venezuelana.
Pressão diplomática e impacto regional
A Venezuela registra inflação acumulada de 234% nos últimos 12 meses, de acordo com o Observatório Venezuelano de Finanças. A crise impulsionou o êxodo de mais de 7 milhões de venezuelanos, afetando diretamente países fronteiriços como Colômbia e Brasil.
Além dos reflexos humanitários, autoridades brasileiras monitoram um aumento no fluxo migratório em Pacaraima (RR). O governo federal mantém a Operação Acolhida para atender refugiados e tenta mobilizar apoio internacional, enquanto o Itamaraty defende diálogo entre Caracas e oposição.

Trump, por sua vez, argumenta que “sanções severas combinadas a alianças regionais” seriam capazes de acelerar a saída de Maduro. Analistas, entretanto, apontam que o regime mantém apoio das Forças Armadas e subsídios de países como Rússia e Irã, condicionando qualquer transição a negociações internas.
No contexto latino-americano, líderes de direita elogiaram a fala de Trump, mas especialistas alertam que medidas unilaterais tendem a ter eficácia limitada sem consenso multilateral.
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Crédito da imagem: Divulgação
