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Larvas e baratas: Agefis fecha restaurante em Fortaleza
FORTALEZA/CE – Na última terça-feira (24), a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) determinou a interdição imediata de um restaurante no bairro Álvaro Weyne após encontrar larvas, baratas e alimentos mal acondicionados, configurando risco direto à saúde pública.
- Em resumo: estabelecimento foi fechado por higiene precária; reabertura só após nova vistoria.
Por que o local foi lacrado tão rapidamente?
Durante a inspeção, fiscais registraram equipamentos engordurados, bebidas e mantimentos no chão e ralos sem vedação, violações que contrariam a RDC 216 da Anvisa, referência nacional para boas práticas em cozinhas comerciais.
Além disso, não havia pia exclusiva para a lavagem de mãos dos manipuladores, falha crítica segundo a Lei Municipal 8.222/1998, base da autuação.
“Ambiente e equipamentos sujos, presença de larvas de insetos e baratas, além de alimentos sem identificação” – relatório da Agefis.
O que diz a lei e qual o impacto para o consumidor?
A interdição cautelar amparou-se no § 4º da Lei Federal 6.437/1977, que autoriza fechamento imediato diante de perigo sanitário. Caso não cumpra as adequações exigidas, o restaurante pode ser multado em até R$ 1,5 mil por infração.

O alerta não é isolado: dados do Ministério da Saúde mostram que, entre 2009 e 2019, mais de 6,4 mil surtos de doenças transmitidas por alimentos foram notificados no Brasil, afetando cerca de 120 mil pessoas. A OMS estima que, globalmente, 600 milhões adoeçam todo ano por comida contaminada, reforçando a relevância das vistorias preventivas.
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Crédito da imagem: Divulgação
