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Pequim/MIIT – Documentos recém-publicados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China revelam que a Xiaomi prepara uma versão mais em conta do SUV elétrico YU7, agora com tração traseira e 315 cv, mirando consumidores que buscam preço competitivo sem abrir mão de autonomia.
- Em resumo: modelo perde um motor, adota bateria LFP da CATL e deve chegar às lojas chinesas nos próximos meses.
Entenda o corte de potência e o ganho no bolso
Ao optar por apenas um motor elétrico, a Xiaomi reduz quase 55% da potência original de 691 cv e, com isso, baixa o custo final do veículo. A estratégia inclui a bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) fornecida pela CATL, tecnologia até 30% mais barata que as células de níquel-manganês-cobalto, segundo dados da CAAM.
As dimensões generosas foram mantidas: 4,999 m de comprimento e entre-eixos de 3 m, características que colocam o YU7 na mesma faixa de SUVs premium, mas agora em uma faixa de preço que deve ficar abaixo de modelos rivais como o Tesla Model Y na China.
O registro no MIIT confirma “propulsão traseira única de 315 cv” e “bateria LFP visando maior durabilidade e menor custo”.
Por que essa jogada importa para o mercado chinês?
Com mais de 240 mil pedidos em 18 horas quando foi lançado em junho de 2025, o YU7 original expôs a fome do consumidor chinês por SUVs elétricos. A nova configuração deve ampliar esse alcance: somente em 2023, os SUVs elétricos já responderam por 36% dos 9,5 milhões de veículos a bateria vendidos no país, impulsionando uma concorrência feroz entre montadoras locais e globais.

Além da redução de preço, as rodas de 20 polegadas com design renovado e novas opções de acabamento sinalizam que a Xiaomi não pretende sacrificar apelo visual. Especialistas apontam que o uso de LFP também diminui riscos de combustão e melhora a vida útil, fator decisivo na revenda.
O que você acha? A Xiaomi acerta ao trocar potência por preço para dominar o mercado? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação


