NOVA YORK (EUA) - Em entrevista recente ao The Wall Street Journal, Gisele Bündchen revelou que abandonou o cardápio 100% vegetal depois de perceber que o consumo constante de feijão — base da alimentação brasileira — “prejudicava muito” sua digestão, provocando gases e inchaço.
- Em resumo: Modelo cortou o feijão, retomou proteínas animais e incluiu caldo de ossos para acompanhar rotina intensa de treinos.
Por que o feijão virou vilão na dieta da top
No relato, Gisele explicou que, apesar de nutritivo, o grão fermentava em seu intestino e atrapalhava a absorção de outros nutrientes. O desconforto era tão grande que a jogou de volta à carne magra, a ovos de galinhas criadas soltas e ao salmão selvagem, alimentos agora consumidos sob orientação do médico funcional Will Cole.
Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, o feijão continua entre os dez itens mais presentes na mesa nacional, o que reforça a dimensão cultural da escolha de Gisele ao se afastar do prato típico.
“Ficar com gases e inchada não é legal. Então cortei o feijão e passei a tomar smoothie de caldo de ossos logo cedo”, contou a modelo à publicação norte-americana.
Caldo de ossos e carne vermelha: o novo menu de performance
Hoje, a catarinense de 43 anos treina jiu-jitsu, musculação e yoga, exigindo mais proteína de rápida digestão. Por isso, incluiu caldo de ossos no café da manhã — fonte de colágeno —, ovos caipiras quase diariamente, salmão uma vez por semana e bife de gado alimentado a pasto até duas vezes ao mês.
A estratégia acompanha uma tendência apontada por nutricionistas esportivos: dietas ricas em aminoácidos essenciais favorecem recuperação muscular e saúde hormonal em praticantes de atividades de alta intensidade.
O que você acha? Adaptar a dieta ao seu corpo é fundamental ou o feijão continua insubstituível? Para mais bastidores do mundo pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação