Piquet Carneiro/CE – Entre 10 e 12 de julho, o município planeja cozinhar o maior cuscuz do Sertão Central para celebrar 69 anos de emancipação política, reforçando sua recém-conquistada fama de Capital Cearense do Rodeio.
- Em resumo: Cidade promete “cuscuz gigante”, três noites de shows e três dias de rodeio para atrair moradores e turistas.
Por que a panela gigante importa?
A Secretaria de Desenvolvimento Agrário quer transformar a iguaria à base de milho em símbolo turístico permanente. Segundo dados do IBGE, o Ceará produziu mais de 980 mil toneladas de milho em 2023, ingrediente-chave que movimenta a economia rural local.
Além do apelo gastronômico, o recorde informal de “maior cuscuz do Sertão Central” serve como vitrine para produtores, artesãos e pequenos restaurantes interessados em ampliar vendas durante o festejo.
“Teremos Zé Cantor, Fernandinha, Forró de Jeito e grupos locais no mesmo palco; o objetivo é fazer desta edição a maior de todas”, informou a Prefeitura em nota oficial.
Turismo e economia no radar
Reconhecida por lei estadual como Capital Cearense do Rodeio em 2024 e inserida no Mapa do Turismo Brasileiro em 2025, Piquet Carneiro ganha acesso facilitado a verbas federais para infraestrutura e marketing. Especialistas apontam que cidades listadas no programa costumam registrar crescimento médio de 12% no fluxo de visitantes no primeiro ano de adesão.
Durante os três dias de festa, a expectativa dos organizadores é atrair milhares de pessoas, aquecendo hotéis, postos de combustíveis e o comércio informal. Com o rodeio somado aos shows de forró, o município amplia o tempo de permanência do visitante, estratégia recomendada pelo Ministério do Turismo para elevar a chamada “renda média por turista”.
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