Red Bull Racing – O francês Isack Hadjar recordou o “choque de realidade” que viveu ao assinar seu primeiro contrato com a equipe em 2021, marco que não só garantiu recursos imediatos como redefiniu a rota que o levaria à Fórmula 1 em 2025 e, dois anos depois, ao cockpit principal ao lado de Max Verstappen.
- Em resumo: Sem verba para terminar a temporada júnior, Hadjar viu seu futuro mudar horas após o acordo com a gigante austríaca.
Por dentro do acordo que mudou tudo
O piloto contou ao site oficial da categoria que vivia um impasse financeiro crítico quando iniciou as conversas com o consultor Helmut Maro em 2021. À época, nem ele nem os pais tinham certeza se conseguiriam bancar o restante do campeonato na base.
Segundo relatórios da própria Fórmula 1, a Red Bull investe em média €1,5 milhão por atleta do seu Junior Team – verba que cobre logística, salários e testes, valores inalcançáveis para a maioria dos jovens sem patrocínio expressivo.
“Mesmo depois de receber o capacete nas cores da Red Bull, eu ainda não conseguia acreditar”, confessou Hadjar.
Do alívio à ascensão meteórica
Com o aporte, Hadjar conquistou resultados consistentes que lhe renderam a vaga na Racing Bulls em 2025. Já em 2026, assumiu o carro principal, repetindo a trajetória de 5 dos 13 pilotos formados pela academia que chegaram ao topo, de acordo com levantamento da FIA.
A jogada também reforça a estratégia da Red Bull: desde 2010, 70% dos pontos da equipe na F1 foram marcados por pilotos oriundos do seu programa júnior, modelo que economiza até US$ 10 milhões por atleta em negociações de mercado, segundo estudo da Deloitte Sports.
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