Gabriel Bortoleto — Depois de arrancar do fim do grid e terminar o GP de Miami na 12ª colocação, o brasileiro avaliou o começo turbulento da Audi em 2026 e pediu calma até que as falhas mecânicas sejam solucionadas.
- Em resumo: Piloto vê potencial de pontuar com regularidade quando a equipe deixar de sofrer quebras.
Corrida marcada por abandono e recuperação
Enquanto Nico Hülkenberg ficou pelo caminho logo nas primeiras voltas, Bortoleto precisou escalar o pelotão no circuito norte-americano. A tarefa era ingrata: largar em último praticamente inviabiliza qualquer estratégia de pontos em uma prova sem grandes incidentes.
Mesmo assim, o dono do carro #5 ganhou posições e cruzou a linha de chegada fora da zona de pontuação, mas levou informações valiosas para o desenvolvimento interno. No calendário oficial da Fórmula 1, Miami marcou apenas a segunda aparição do conjunto chassi-motor totalmente novo da marca alemã.
"Então, é ter paciência até as coisas se resolverem e quando se resolverem, acredito que vamos estar pontuando com constância, mas não dá para largar de último e tentar pontuar."
Paciência como estratégia de longo prazo
Bortoleto lembrou que a equipe estreou o novo carro ainda na primeira etapa do ano e, desde então, não completou um fim de semana “limpo”. Quebras e imprevistos fora de controle minaram qualquer chance real de pontuação neste início de campanha.
Para o brasileiro, a evolução entre a estreia e Miami já é perceptível; falta apenas transformar confiabilidade em resultados consistentes. A aposta interna é que, uma vez sanados os contratempos, a Audi passe a brigar de forma constante pelo top-10 na tabela.
O que você acha? A Audi conseguirá virar a chave e entrar na zona de pontos nas próximas etapas? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria de esportes.
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