RIO DE JANEIRO - O Flamengo confirmou, na última sexta-feira (17), que a camisa 14 não voltará a ser usada no basquete do clube, selando uma homenagem definitiva a Oscar Schmidt, morto no mesmo dia. A medida, aprovada pelo Conselho Diretor, transforma o número em relíquia e reforça o peso histórico do ídolo, que vestiu o Manto Sagrado entre 1999 e 2003.
- Em resumo: Número 14 sai de cena para sempre, e Arrascaeta usará o dígito no futebol neste domingo (19) em tributo a Oscar.
Por que o Flamengo congelou o número?
A diretoria rubro-negra classificou a decisão como “ato de humanidade”, sublinhando que Oscar vai “seguir inspirando gerações”. O ala-pivô é o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos, conforme dados da FIBA Hall of Fame.
Ao aposentar a camisa, o clube entra para um seleto grupo de times brasileiros que eternizaram números de lendas esportivas—prática comum na NBA, mas ainda rara no país.
“Ídolo eterno, Oscar marcou época com o Manto Sagrado entre 1999 e 2003, deixando um legado que transcende as quadras”, destacou a nota oficial.
Impacto além do basquete: homenagem invade o Maracanã
A reverência não ficará restrita ao ginásio. No duelo contra o Bahia, válido pela 7ª rodada do Brasileirão, o meio-campista Arrascaeta entrará em campo com a 14, ampliando o tributo e expondo o gesto a milhões de torcedores de futebol. O clube espera casa cheia para o momento simbólico.
Especialistas lembram que ações desse porte fortalecem a identidade de marca. Um levantamento da SportsValue mostra que homenagens a ídolos aumentam em até 18% o engajamento digital de clubes, indicador fundamental para receitas de patrocínio.
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