Botafogo — A venda da SAF do clube, conduzida pela GDA Luma, avança rumo à formalização após acordo vinculante assinado no último dia 5 de junho; conselheiros pedem mais transparência e participação institucional, pressionando o processo enquanto questões jurídicas seguem pendentes.
- Em resumo: 41 conselheiros exigem que a transação siga os mesmos ritos de 2022 e que Conselhos e Assembleia participem do processo.
Aporte e cláusulas: o que está em jogo
A GDA Luma, principal credora do clube, aparece como compradora da SAF e promete um aporte total previsto de US$ 105 milhões, com aporte imediato de US$ 25 milhões, segundo o acordo.
O acordo vinculante foi assinado no último dia 5 de junho, mas ainda precisa superar trâmites jurídicos e burocráticos antes da transferência efetiva do comando do futebol para Gabriel de Alba.
Transações envolvendo SAFs têm sido amplamente cobertas pela mídia esportiva, inclusive na ge.globo.com, que discute impactos econômicos e institucionais desses negócios.
No ofício, o grupo de 41 conselheiros pediu mais transparência na venda da SAF.
Pedido por rito semelhante ao de 2022 e legitimidade
O grupo de conselheiros solicita que a venda siga os mesmos moldes do rito adotado em 2022, quando John Textor comprou as ações do futebol alvinegro.
O objetivo declarado pelos conselheiros é garantir legitimidade institucional da transação, com participação do Conselho Fiscal, do Conselho Deliberativo e da Assembleia Geral de Sócios.
Para quem acompanha os desdobramentos e as transmissões relacionadas ao clube, vale conferir nossa cobertura e guias sobre onde assistir as partidas em tempo real: editoria de onde assistir.
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