Matías Viña — O futuro do lateral uruguaio voltou a agitar o mercado após o River Plate avaliar a possibilidade de encerrar o empréstimo ao jogador cedido pelo Flamengo. A operação tem custo financeiro relevante e influencia decisões de elenco dos dois clubes.
- Em resumo: o acordo obriga o River Plate a pagar os salários do atleta até dezembro de 2026, gerando um desembolso superior a US$ 1 milhão (R$ 6 milhões).
Cláusula que pressiona o caixa argentino
Segundo apuração da Agência RTI Esporte, o contrato entre Flamengo e River Plate prevê que, mesmo em caso de devolução antecipada, os vencimentos de Matías Viña serão integralmente pagos pelo clube argentino até dezembro de 2026.
Essa condição transforma a rescisão em alternativa menos atraente financeiramente para o River Plate e reduz a vantagem de liberar a vaga no elenco.
O compromisso representa um desembolso superior a US$ 1 milhão (R$ 6 milhões, na cotação atual).
Rendimento, lesão e o planejamento do Flamengo
O River vinha reavaliando o empréstimo por conta do rendimento abaixo do esperado e da necessidade de o jogador recuperar ritmo após uma grave lesão no joelho sofrida quando defendia o Flamengo.
Internamente, o Flamengo já entende o ciclo do jogador como encerrado na Gávea e não trabalha com a reintegração de Matías Viña; a diretoria aponta que o planejamento para a lateral esquerda foi definido sem ele.
Viña foi contratado pelo Flamengo em janeiro de 2024 junto à Roma, em uma operação de cerca de 8 milhões de euros (R$ 43 milhões, à época), com contrato até dezembro de 2028. O salário do jogador no clube carioca é estimado em R$ 700 mil por mês, valor que passou a ser assumido pelo River durante o período de empréstimo.
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