Cuiabá (MT) - Na noite de domingo, 26 de abril de 2026, o Fluminense quebrou o silêncio no estádio Dutrinha logo aos três minutos, venceu o Mixto-MT por 2 a 0 e pulou para a 6ª colocação da Série A1 do Brasileirão Feminino, agora apenas dois pontos atrás da zona de classificação direta às quartas.
- Em resumo: Gol relâmpago de Lelê e tiro certeiro de Keké garantem 14 pontos e colocam Tricolor no radar do G4.
Como a vitória se construiu – e por que assusta as rivais
Lelê precisou de um único lançamento para soltar a bomba de perna esquerda e abrir o placar. A partir daí, o time carioca ditou o ritmo, empilhou finalizações e, já na etapa final, viu Keké aproveitar passe milimétrico de Raquel Fernandes para fechar a conta diante da goleira Nágila.
Segundo dados da Confederação Brasileira de Futebol, quem termina a fase classificatória entre os oito primeiros garante vaga no mata-mata. Com 14 pontos, o Fluminense tem hoje o segundo melhor ataque fora de casa, fator decisivo na reta final.
“A vitória aproxima o Fluminense do topo da tabela”, celebrou a conta oficial do Brasileirão Feminino no X (antigo Twitter).
Contexto, tabela e o que vem pela frente
O Mixto, estacionado nos seis pontos e afundado na 13ª posição, vê a zona de rebaixamento se aproximar perigosamente. Já o Tricolor das Laranjeiras, além de ostentar a melhor sequência invicta fora de casa em 2026, encara na próxima rodada um confronto direto com o 5º colocado — duelo que pode colocá-lo entre os quatro primeiros.
Criada em 2013, a Série A1 distribui R$ 25 milhões em premiações neste ano, de acordo com plano financeiro divulgado pela CBF. A valorização reflete o crescimento do interesse nacional: o Atlas do Esporte Feminino aponta aumento de 37 % na audiência televisiva desde 2022, impulsionando cotas de transmissão e patrocínios para clubes como Fluminense e Mixto.
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