Silverstone, Reino Unido – Em meio à preparação para 2026, a Red Bull levou uma asa inédita ao circuito britânico, enquanto a FIA correu para blindar o novo regulamento e o pai de Max Verstappen escapou ileso de um acidente de rali na Bélgica.
- Em resumo: Teste secreto da asa, defesa pública da FIA e susto com Jos Verstappen no mesmo dia.
Nova peça, novos limites
Durante um “filming day” autorizado, Max Verstappen avaliou o componente aerodinâmico com apenas 200 km previstos de rodagem. Mesmo curto, o ensaio é decisivo: cada item precisa justificar, em cronometragem, os milhões investidos sob o teto orçamentário de US$ 135 milhões. Segundo dados da Anfavea, soluções híbridas já respondem por 25% dos lançamentos civis, tendência que a F1 quer refletir.
A peça testada dialoga com a parte eletrificada do conjunto que estreará em 2026, quando o motor deverá entregar 50% da potência via bateria de alta tensão.
“A entidade reforçou que as mudanças implementadas têm como objetivo melhorar o espetáculo e resolver problemas identificados nas primeiras corridas da temporada.”
Bastidores: pressão por 2027 e acidente de Jos
Mesmo com a defesa da FIA, a Red Bull insiste em revisões mais profundas já para 2027, especialmente no hardware das unidades de potência. A regra atual foca em software, o que, na visão do time, limita a confiabilidade.
Fora das pistas, Jos Verstappen capotou durante o Hemicuda Rally, na Bélgica. O carro ficou destruído, mas o ex-piloto saiu ileso – um lembrete de que, no automobilismo, os riscos acompanham famílias inteiras.
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