Joaquín Correa — o atacante de 31 anos negociava nos últimos dias uma rescisão amigável com o Botafogo, depois de manifestar o desejo de deixar o clube na pausa para a Copa do Mundo; ele não consta mais nos planos do técnico Franclim Carvalho.
- Em resumo: proposta sem custos do River Plate impulsionou a decisão, mas impasses sobre luvas e o alto salário travam o distrato.
Proposta do River Plate acelera decisão do atacante
A oferta do River Plate, apresentada como uma operação sem custos, virou o principal fator que motivou a saída antecipada do jogador do futebol brasileiro.
Esse movimento no mercado, registrado em coberturas especializadas como as do ge.globo.com, reforçou o desejo do atleta de encerrar sua passagem pelo Botafogo.
O jogador não faz mais parte dos planos do técnico Franclim Carvalho para a sequência da temporada.
Impasse financeiro trava acordo final
Clube e atleta discutem um distrato amigável, com foco nas luvas contratuais e demais valores pendentes até o fim do vínculo, que iria até dezembro de 2027.
Atualmente, Correa é o jogador mais bem remunerado do elenco, com vencimentos mensais de cerca de R$ 1,6 milhão — valor que inclui salários, luvas e direitos de imagem — e esse montante complica a negociação. A diretoria alvinegra precisa definir como serão pagos os valores já acordados na assinatura.
Não há prazo para a conclusão do acordo; as conversas seguem em andamento e a diretoria tenta finalizar a operação antes da abertura da janela de transferências.
Revelado pelo Estudiantes, da Argentina, Joaquín Correa chegou ao Botafogo livre após passagem pela Inter de Milão; no clube, atuou em 16 partidas, com dois gols e quatro assistências, acumulando menos de uma temporada antes de buscar saída.
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