MIAMI/FL - A Red Bull Racing saiu do primeiro treino livre do GP de Miami, às 1h29 (Brasília UTC-3), com a sensação de que o pacote de atualizações finalmente entregou velocidade: Max Verstappen marcou 1:29,6 e ficou apenas três décimos atrás de Charles Leclerc, da Ferrari.
- Em resumo: Verstappen foi o 2º mais rápido, indicando que a equipe pode voltar a brigar pela pole já no sábado.
Atualizações surtiram efeito imediato
Depois de uma pausa forçada no calendário, a Red Bull desembarcou na Flórida com assoalho redesenhado e ajustes de suspensão. Os primeiros dados divulgados pela Federação Internacional de Automobilismo mostram que o carro de Verstappen ganhou cerca de 7 km/h nas retas internas do circuito urbano, redução decisiva para o setor 2.
Laurent Mekies, chefe da equipe, evitou euforia, mas reconheceu que o cronômetro fala mais alto.
“Fomos totalmente focados em nós mesmos. Já vemos que, do lado do Max, há sinais de que ele pode forçar mais”, disse Mekies.
Por que 0,3 s fazem tanta diferença?
No traçado de 5,41 km, três décimos equivalem a cerca de 16 m de pista — margem que costuma evaporar com temperaturas mais altas ou acertos de última hora. Em 2025, quem largou na primeira fila em Miami venceu 80% das corridas, segundo estatísticas da própria F1.
Além disso, Verstappen chega como líder do campeonato com 56 pontos, e a pontuação oficial da F1 indica que uma vitória renderia 25 pontos, ampliando a vantagem sobre o pelotão. Para Isack Hadjar, companheiro de equipe, a meta é clara: entrar no top-10 ainda no TL2 para validar as mesmas peças no seu carro.
O que você acha? Será que as melhorias da Red Bull são suficientes para virar o jogo contra a Ferrari? Para mais análises de corrida, acesse nossa editoria de Esporte.
Crédito da imagem: Divulgação