Williams Racing – Em plena temporada 2026 da Fórmula 1, a equipe de Grove enfrenta atrasos técnicos que custam caro na pista e obrigam Alexander Albon a preparar a torcida para um processo de recuperação “prova a prova”.
- Em resumo: FW48 carrega peso acima do ideal, sofre com falhas de energia e só deve reagir após atualizações graduais.
Por que o FW48 ainda patina?
O monoposto nasceu com sobrepeso crítico e problemas de confiabilidade, reflexo de atrasos na pré-temporada. O excesso compromete a velocidade em reta e o desgaste de pneus, enquanto panes elétricas já tiraram Carlos Sainz da classificação na Austrália e impediram Albon de largar na China.
No Japão, a falta de eficiência na recuperação de energia transformou a corrida em um teste improvisado, com múltiplas passagens pelos boxes para ajustes.
“Não vai acontecer da noite para o dia; será corrida a corrida”, alertou Albon, projetando avanço paulatino até o fim do campeonato.
Atualizações e horizonte da equipe
O primeiro pacote de peças chega para o GP de Miami, mas o próprio piloto ressalta que “não será milagre”. A ambição é recolocar a Williams no meio do grid antes de 2027. Para efeito de comparação, a equipe somou apenas 28 pontos em 2025, segundo dados oficiais da FIA, distante dos 114 pontos da sexta colocada Alpine.
Histórico ajuda a dimensionar o desafio: o último triunfo da escuderia ocorreu em 2012, e o título de construtores não vem desde 1997. Desde então, o regulamento técnico mudou cinco vezes, exigindo investimentos estimados em US$ 80 milhões por ciclo, de acordo com o relatório financeiro mais recente da F1 Group.
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Crédito da imagem: Divulgação